DECK ECOLÓGICO FEITO DE MADEIRA E PLÁSTICO TEM MANUTENÇÃO SIMPLES

Revestimento compósito reutiliza 95% de madeira e plástico em sua constituição

Graças a um tratamento especial aplicado ainda na etapa de fabricação, as réguas do Deck Trex Transcend conseguem eliminar o excesso de umidade, o que aumenta a aderência do produto e faz dele uma boa alternativa para áreas externas e locais de alto tráfego. A manutenção descomplicada é o trunfo do material, feito de madeira e plástico – água e sabão neutro conservam a aparência original. A novidade aporta no Brasil trazida pela IndusParquet.

Há quatro opções de cor. Aqui, vê-se o Tiki Torch.

Há quatro opções de cor. Aqui, vê-se o Tiki Torch.

Matéria publicada no site Arquitetura & Construção em 21 de Out

PISOS COLORIDOS DE LADRILHOS HIDRÁULICOS, CERÂMICAS E PASTILHAS

Verdade que colorir a base da casa é uma jogada de risco, quase um tabu. Mas o recurso pode trazer muita identidade ao projeto, como sugerem as soluções e os materiais desta reportagem

Ladrilho hidráulico

Passarela para a cor.A inserção no assoalho sobe pela parede e delimita a sala de jantar. Ao captar a disposição dos clientes, a arquiteta paulistana Ana Yoshida previu uma faixa em tons vibrantes entre o estar e a cozinha, recém-integrados. “Como elegemos padrões bem chamativos para o ladrilho hidráulico [coleção São João, criada pelo designer Marcelo Rosenbaum para a Brasil Imperial], o restante dos acabamentos é neutro”, explica.

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 Desenho tradicional. A geometria do modelo estrela (ref. C-E6) é das mais conhecidas entre os ladrilhos. Com 20 x 20 cm e 2 cm de espessura, sai por R$ 170 o m2, na Ornatos.

Relançamento. Novas cores e a possibilidade de variá-las na mesma peça marcam o padrão Raminho (20 x 20 cm e 1,8 cm de espessura). Por R$ 249 o m2, na Ladrilar.

Outra forma. Hexagonais, os exemplares do ladrilho com triângulos (15 x 17 cm e 1,4 cm de espessura) valem R$ 188 o m2, na Dalle Piagge.

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 Mosaico de vidro

Personalidade marcante. Com desenho exclusivo, o revestimento ganha ainda mais força. Diante da encomenda – uma composição geométrica para o piso da cozinha –, a arquiteta carioca Paula Neder se saiu bem com este padrão quadriculado. A empolgação da cliente aumentou, e o desenho foi espelhado para cobrir também a parede curva. A colocação das peças de 2 x 2 cm (Vidrotil) exigiu um mapa e uma maquete para guiar a montagem.

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 Apelo sustentável. As pastilhas da linha EcoFarbe (coleção Vitra) são de vidro reciclado. Há 40 tonalidades – aqui, a amarela (2,5 x 2,5 cm). Da Gail, a partir de R$ 71 o m2.

Cor massiva. A Colorblock, da Eliane, é indicada, sobretudo, para pisos de piscinas e boxes. A placa telada (30 x 30 cm e peças de 2,3 x 2,3 cm) em laranja block sai por R$ 27,64.

Mescla bacana. Peças (2 x 2 cm) de vidro discretamente côncavas marcam o mosaico telado Glass Bic, da linha Artesanal Mix. Com 33 x 33 cm, vale R$ 59,90. Da Portobello.

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Cerâmica e porcelanato

De caso com o acaso. A disposição desencontrada atualiza o revestimento. Para mostrar que é possível customizar o espaço com um acabamento decorado, sem limitar a escolha dos móveis nem cansar os moradores, a grife italiana Ceramiche Refn desenvolveu a linha Frame-Up. As peças (40 x 40 cm) do modelo Emilia Tradition aliam paleta delicada à instalação casual.

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 Como patchwork. A tradição portuguesa originou o porcelanato Lisboa HD Mix, da coleção Lisboa, da Portinari. O exemplar de 60 x 60 cm custa, em média, R$ 39,90.

Jeito italiano. A Mais Revestimentos importa a linha Memory Liberty, de placas de 20 x 20 cm lisas (R$ 186 o m2) e decoradas (R$ 13,87 a unidade). Esta é a cor rouge.

Parece ladrilho. De 20 x 20 cm e com 55 estampas, a Cerâmica Hidráulica da Ibiza Acabamentos imita o cimentício, com apenas 6 mm de espessura. Por R$ 445 o m2.

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Pastilha cerâmica

À moda antiga. Rústica e em formato gracioso, a miscelânea alegra o banheiro retrô. Aqui, valeu a nostalgia: o proprietário, um empresário e engenheiro civil, elegeu peças sextavadas (4 x 4 cm) em três tons naturais mesclados. Tudo para lembrar a infância no interior paulista. Da Mazza Cerâmica, o material ganhou destaque com o rejunte branquinho.

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Vidro na superfície. Feitas de restos de lâmpadas, as peças (3 x 3 cm) da linha Ecopastilha Paper vêm em placas de 33 x 33 cm e cores sortidas. Por R$ 249,90 o m2, da Lepri.

Cacos prontos. Sobras da fábrica, quebradas e arredondadas nas bordas, compõem o Mosaicci Cotto, vendido solto em três tonalidades. Da Nina Martinelli, R$ 21 o m2.

Mistura forte. As pastilhas (1,5 x 1,5 cm) esmaltadas do mosaico Blend 12 SG7956, da coleção Revenda, prometem boa resistência. Cerca de R$ 210 o m2. Da Atlas.

Matéria publicada na revista Arquitetura & Construção em 20 de Setembro de 2014 por Carolina Diniz, Deborah Apsan (visual) e Joana L. Baracuhy (texto)

CASA MINIMALISTA COM TOQUES DE ACONCHEGO

Madeira aquece ambientes brancos em lar australiano

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Os arquitetos do escritório Studio Four depararam-se com interiores bastante confusos quando receberam a tarefa de reformar uma casa do século 19 no subúrbio de Prahram, em Melbourne, Austrália.

mbientes de convivência, serviço e descanso íntimo estavam misturados: quartos ficavam na frente, a sala de estar no meio e os fundos abrigavam lavanderia, cozinha, banheiro e estúdio. Voltada para o sul, a casa ainda sofria com a falta de ar e luz do sol.

Com certeza, não era lugar para uma família com duas crianças. Resolver o problema exigiu construir cômodos, derrubar paredes e abraçar um design discreto. Apesar deminimalista, a decoração tem revestimentos e móveis que esbanjam aconchego.

A morada ganhou uma extensão de dois andares nos fundos. No primeiro, ficam os quartos das crianças. O térreo tem ambientes integrados formando um L: na perna maior, fica o living, sala de jantar e cozinha. Na menor, um pátio com sala de almoço. Os espaços privados, como o quarto de casal e o estúdio foram agrupados na frente – e são acessados pelo corredor de entrada.

Ainda sobrou espaço para um pátio, ao lado do living. Os dois ambientes se comunicam por uma generosa cortina de vidro, que permite a entrada da luz. Uma das paredes do estar foi inteiramente coberta com uma prateleira de carvalho, preenchida com os livros dos moradores. Os volumes e o material trazem aconchego ao cômodo, que também ganhou móveis de design discreto, painéis de madeira e tapete de tons sóbrios.

O imóvel também faz a transição entre a casa original e a cozinha, localizada na construção mais recente. Para lidar com o pé-direito menor e o pouco espaço, os arquitetos criaram um armário lateral baixo e prateleiras horizontais sem portas. A ilha de trabalho se estende formando uma mesa de jantar. Conectada ao espaço, a sala de almoço ao ar livre tem mesa rústica e baixa, novamente de madeira clara. Um pequeno canteiro nas laterais permite comer próximo ao verde.

“A paleta de cores contida dá um fundo neutro à coleção de arte, livros e objetos da família”, descrevem os arquitetos responsáveis pelo projeto. Como resultado, a luz protagoniza a decoração tanto quanto as peças favoritas.

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Matéria publicada pelo portal Casa Vougue em 07 de Agosto de 2014 por Nilbberth Silva.

APARTAMENTO DE 90 M² GANHOU OFURÔ NA REFORMA DE 5 MESES

Cores especiais e uma área para relaxar, com direito a ofurô, fizeram do apartamento pequeno um lugar único

Com relação a sua reforma, Fernanda Papini fez uma única exigência ao arquiteto Paulo Mencarini: a inclusão de um ofurô. “Trabalho muito e pratico esportes nas horas vagas. O banho de imersão é uma forma de relaxar, um momento de autodedicação”, explica a publicitária. Como o imóvel de 90 m² não conta com varanda (que, normalmente, é a escolha natural para abrigar a tina), o equipamento surgiu numa extensão do dormitório, usada pelos donos anteriores como quarto de bebê. “Enquanto ela se banha, tem a própria suíte como vista. Deixamos sem porta mesmo para dar amplitude”, revela o arquiteto. O caráter intimista e feminino desse espaço convive com o jeito moderninho da área social, onde vigas e pilares descascados expõem o concreto, e as instalações elétricas correm à mostra. Singular, a iluminação configura outro ponto alto do projeto. Na sala, com exceção de um pendente sobre a mesa de madeira de demolição, nenhuma luminária foi fixada no teto, apenas nas paredes. O resultado é uma luz suave, perfeita para os momentos de descanso tão caros à moça. A linguagem adotada na transformação tenta, a um só tempo, expressar e acolher a personalidade da agitada Fernanda, que equilibra as obrigações profissionais do cargo de gerente comercial numa grande empresa com a rotina de treinos – em alguns dias, ela encaixa duas sessões de exercícios. Além de correr, a paulistana pedala em provas de trilha, faz musculação e, recentemente, aderiu a uma nova modalidade: “Agora também jogo um pouco de futevôlei para descontrair”, conta. Tudo isso sem deixar de lado a vida social repleta de festas e eventos. Diante de tantos compromissos, natural que ela sentisse vontade de montar seu canto de lazer privativo. “Relaxar é necessário. Do contrário, não consigo seguir com tamanho movimento”, admite. “Tenho orgulho de receber meus amigos e apresentá-los a minha casa. É meu lugar ideal”, ressalta, após quase um ano usufruindo do novo lar. Em breve, Fernanda iniciará a preparação para participar, no começo de 2015, da prova de resistência conhecida como El Cruce de los Andes. Nessa aventura, os atletas saem do Chile, cruzam a pé a cordilheira e chegam a território argentino, percorrendo um trajeto de 100 km. “Para mim, esporte significa felicidade, empenho e determinação. Ao mesmo tempo, é preciso dedicação – não só para a prática esportiva mas para tudo. Sem ela, é impossível atingir seu objetivo, seja qual for”, conclui. O dela está bem claro: jogar-se em seu ofurô particular depois de atravessar, feliz, a linha de chegada.

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Matéria publicada pelo portal Arquitetura e Construção.

LOFT DE QUATRO ANDARES EM SP É CHIQUE E COOL

Sócia da grife Vi and Co., a empresária Viviana Ximenes abre as portas do lar onde vive, em São Paulo: um loft com quatro pavimentos, tubulação aparente, muita arte e nenhuma janela.

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Ao chegar à casa de número 18 de uma charmosa vila nos Jardins, em São Paulo, tem-se a impressão de que, se a fachada falasse, diria algo como: “Fique onde está”. Logo na entrada, um imenso arbusto de cactos cobre parte da construção e protege a porta. No entanto, quando ela se abre e a sorridente moradora surge, a sensação se esvai por completo. Trata-se da empresária Viviana Ximenes, que comanda ao lado da irmã, Corina, a grife de roupas paulistana Vi and Co. As lojas e as roupas da marca são modernas, descoladas, práticas e com um forte apelo pop. Exatamente o que encontramos ao entrar no loft de 200 m² onde Viviana mora com o marido, o também empresário Geraldo Mattar. Com quatro pavimentos – um deles, subterrâneo –, o local possui iluminação zenital (sem janelas, a luz entra pelo teto de vidro) e tubulação aparente e, por causa da arquitetura, que lembra um abrigo antibombas, foi apelidado por amigos do casal de “bunker”. Ali, as paredes e os pisos de cimento queimado, os tijolos à vista e a escada de ferro transmitem a ideia de modernidade e funcionalidade. “Estávamos à procura de um lugar para alugar quando um amigo nos disse que esse imóvel tinha a nossa cara”, conta Viviana. “Ele estava certo.”

Filha da designer de interiores Wanda Ximenes, que lhe ensinou alguns truques do ofício, a moradora dispensou profissionais e cuidou ela mesma da ambientação. “A casa tem história e enfatiza o olhar artístico da Vivi”, diz a mãe, orgulhosa. Para criar a identidade visual do lugar, Viviana apostou na união de móveis antigos e peças de design e obras de arte pop, como os painéis assinados pelo artista paulistano Loro Verz. “A maioria das peças é da minha família ou do meu marido, que mantém um depósito com tudo o que ele gosta e não tem espaço para acomodar em casa”, diz a empresária. Conhecido como GG, o marido dela, aliás, é também responsável pelos jantares animados que rolam frequentemente na casa. Chef amador e gourmet profissional, ele recebe uma vez por semana grupos de até 30 amigos para provar suas experiências gastronômicas no subsolo do imóvel, onde ficam a sala de jantar e a cozinha americana. O loft também já serviu de cenário para reuniões “um pouquinho” maiores: no open-house, quando ainda não havia mobília, 300 pessoas apareceram. Enquanto GG esmera-se nos fogões, Viviana tem talento para a arte. Na sala de TV, uma tela com a imagem da estilista francesa Coco Chanel, feita por ela com base em técnicas de impressão e pintura, rouba a cena. O mix que compõe o décor do lar conta ainda com cadeiras Luís XV, um lustre de cristais da década de 1940 e uma juke box, que faz o maior sucesso nas festas. Em breve, porém, as músicas de balada darão lugar a cantigas de ninar, já que o casal espera para junho a chegada do primeiro filho.

Cozinha da casa de Viviana Ximenes, sócia da grife Vi and Co., nos Jardins.

Matéria publicada pelo portal Arquitetura e construção.

MOSAICO DE MADEIRA E MÁRMORE EM PLACAS QUE VOCÊ COLA

Os mosaicos vêm em placas adesivas super fáceis de colar

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Que tal um faça você mesmo? Painéis autocolantes dispensam mão de obra especializada e argamassa de assentamento. 1. Mais de 60 modelos da Mosarte, indicados para paredes internas de alvenaria, drywall ou MDF, sem umidade, são dotados do Semplice: adesivo super-resistente para fixação de mosaicos de mármore e madeira. A versão Pétlas Bege mede 13,4 x 26,7 cm . Da Terzian, as placas adesivas Aludesign, com pastilhas de alumínio, podem forrar áreas secas e úmidas, internas ou externas. O modelo C2468 tem 29,5 x 29,5 cm.

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Matéria publicada pela revista Arquitetura e Construção em Junho de 2014.

A FACHADA VERDE É O CARTÃO DE VISITAS IDEAL PARA ESTA CASA

O charme do visual original permaneceu, mas a área externa do escritório do arquiteto ganhou um amplo jardim, repleto de soluções ecológicas e atrativos para quem chega.

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Foi o visual antiguinho da casa térrea que conquistou o arquiteto Paulo Trigo, de Limeira, SP. Decidido a transformá-la na sede de seu escritório, ele bateu o martelo e a comprou. Ainda assim, restava deixá-la mais condizente com as especialidades do time de profissionais que trabalha com ele: arquitetura sustentável e paisagismo. A fachada, portanto, foi a primeira a ser transformada. “Queríamos que ela mantivesse o charme original e, ao mesmo tempo, expressasse o nosso trabalho, que consiste em projetos focados no cuidado com o meio ambiente”, diz. E não é da boca para fora. Valendo-se de materiais ecológicos e de uma variedade de plantas, Paulo e seus colegas fizeram um espaço encantador, que atrai aves de muitas espécies, além de olhares. “Ouvir pessoas que passam por aqui dizerem que se sentiram bem só de ver os passarinhos se banhando no vaso de plantas aquáticas é uma bela recompensa”, afirma.

A cerâmica imitando tijolinhos que revestia a fachada do imóvel estava em boas condições, mas não agradava ao arquiteto. Por isso, ela foi totalmente coberta de argamassa, depois pintada com tinta mineral ecológica na cor grafite. “o material é considerado ambientalmente correto por ser à base de água e por utilizar pigmentos de terra, além de não conter metais pesados nem qualquer outro componente poluente”, esclarece Paulo.

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Matéria publicada pela revista Arquitetura e Construção em Julho de 2014.

GRUPO ALEMÃO DA ÁREA MOVELEIRA PLANEJA CONSTRUIR NO BRASIL A SUA MAIOR FÁBRICA

A Interprint, companhia alemã que produz revestimentos decorativos para móveis e pisos laminados, escolheu o Brasil para construir a sua oitava fábrica, a primeira na América Latina.

A empresa concluiu a terraplenagem de uma área de 70 mil metros quadrados em São José dos Pinhais (PR), na região de Curitiba, onde a planta deverá entrar em operação até o final deste ano.

De início, a unidade terá uma área construída de 11 mil m², com um investimento de € 30 milhões (aproximadamente R$ 90 milhões).

Os aportes, no entanto, deverão ser maiores, pois a companhia já tem um projeto para elevar a ocupação do local para cerca de 27 mil m².

“Com essa área total, a unidade será a maior do grupo em nível de capacidade”, afirma Lourdes Manzanares, principal dirigente da empresa na América do Sul.

O ritmo da expansão dependerá do retorno do mercado, diz a executiva. A implantação no Brasil será feita com recursos próprios, ainda segundo Manzanares.

A empresa abriu um escritório no Brasil há cerca de três anos. Hoje, os produtos vendidos no país são importados de fábricas na Alemanha, na Polônia e nos EUA.

A escolha da região de Curitiba para a nova unidade ocorreu por causa da proximidade com os clientes, sobretudo fabricantes de móveis e de painéis de madeira.

A Interprint também usará a planta para exportar aos países vizinhos, já atendidos pelo escritório brasileiro.

“Estaremos perto de dois bons portos, de Paranaguá [PR] e São Francisco do Sul [SC]“, diz Onei Marques, que comanda a área de vendas.

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CAFÉ AMPLIADO

A multinacional holandesa de cafés e chás D.E Master Blenders 1753 investirá cerca de R$ 30 milhões para ampliar a participação de mercado do Café Pilão em todos os Estados.

Hoje, a marca tem maior penetração em São Paulo e no Rio de Janeiro, segundo Ricardo Souza, diretor da companhia no Brasil.

“Queremos rever a nossa malha de distribuição, para atuar com mais força em todas as regiões, e investir na reformulação da marca, com ações promocionais e mais pontos de vendas.”

A distribuição é feita em supermercados com mais de cinco caixas, mas segundo Souza, ainda não chega aos 340 mil pontos de vendas existentes no país.

A companhia detém ainda as marcas Senseo, Café do Ponto, Caboclo, Café Moka, Palheta, Damasco e L’Or Espresso. “Decidimos nacionalizar o Pilão porque é a nossa marca mais forte.”

“O Caboclo, por exemplo, é mais conhecido no interior do Sul e de São Paulo, enquanto a Damasco tem presença maior no Paraná.”

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Matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo em 13 de Julho de 2014.

PISO DE MADEIRA QUE FICA PRONTO EM 24 HORAS

Piso pronto de madeira já vem envernizado e é instalado com sistema macho e fêmea

Quem sonha com um belo assoalho,mas não pode aguardar os 30 dias da colocação pelo método tradicional, tem, agora, uma alternativa: o piso Multi estruturado Nobile. As réguas (de 14 ou 19 mm de espessura,14,8 cm de largura e comprimento entre 0,30 e 2,14 m) são compostas de lâminas de madeira cruzadas, com 4 mm de alguma espécie nobre por cima (na foto, uma das opções, o ipê), além de oito camadas de verniz e uma de óxido de alumínio para finalizar – garantia de alta resistência à abrasão. Graças aos encaixes do tipo macho e fêmea, a instalação é rápida. Após 24 horas da montagem, o ambiente está liberado para tráfego e disposição dos móveis.

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Matéria publicada pelo Portal Arquitetura e Construção em 06 de Julho de 2014 por Tatiane Deciano.

REFORMA: SOBRADO GEMINADO GANHA VARANDA E MUITO MAIS CLARIDADE

Reforma melhorou radicalmente a circulação, a ventilação e a insolação deste sobrado.

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A condição precária dos revestimentos, a falta de iluminação e o excesso de umidade indicavam a urgência de ampla reforma na morada de 127 m², localizada no bairro de Perdizes, em São Paulo. Confiando total liberdade aos arquitetos, os novos proprietários viram restar do imóvel original apenas as paredes laterais e alguns materiais da demolição que foram reaproveitados.“A ideia era manter ao menos a cobertura, mas o telhado também estava comprometido e precisou ser refeito”, conta Guilherme Ortenblad, do escritório Zoom Arquitetura, que assina a obra com Fernão Morato e Augusto Aneas. Três lajes de concreto pré-moldadas – a do piso, no térreo; a que sustenta o primeiro andar; e a do último pavimento – reorganizaram os espaços. Para conectar os níveis, instalaram-se quatro escadas (sendo duas externas). A proposta pode soar exagerada para uma área tão pequena, porém desempenhou papel fundamental na estratégia de melhorar a circulação entre os ambientes. Do térreo, dois caminhos ao ar livre (um na frente e outro nos fundos) e um interno levam aos quartos. Ao mesmo tempo, novas aberturas colaboraram para melhorar as entradas de ar e luz. Confira as soluções:

O miolo da casa mudou inteiro

Segundo o arquiteto Guilherme Ortenblad, o objetivo de explorar ao máximo a iluminação natural guiou o projeto. Conheça as principais ideias no raio X da construção

Estrutura

Apoiou-se o esqueleto de concreto sobre os alicerces originais. No térreo, o peso se distribui entre oito pilares (17 cm). Os quatro centrais sobem até o pavimento intermediário e sustentam caixa-d’água, banheiro e varanda externa. Para não sobrecarregar a estrutura, um deck compõe o piso de parte do último andar.

Portas e janelas.

As esquadrias empregam madeira de demolição. Algumas portas, de pinho-de-riga, foram adquiridas de obras em processo de quebra-quebra. As novas são de peroba-rosa ou cumaru.

Luz natural

Além dos benefícios das aberturas recém-criadas nas fachadas, outra forma de explorar a claridade está nas faixas de telhas de vidro em dois pontos da cobertura: acima da escada e do banheiro. neste ambiente, um trecho envidraçado no piso também deixa a luminosidade chegar à sala e à cozinha.

Deck

O assoalho dos antigos quartos foi reaproveitado no deck de 15,75 m². Removeram-se os encaixes originais para espaçar as tábuas, o que permite a passagem da luz.

Escadas

No térreo, as áreas externas (frente e fundo) recebem o tipo santos-dumont, de ferro (1 e 2). Da sala, parte um conjunto de madeira (3). Saindo do deck, um corredor abriga a quarta escada (4), feita de chapa metálica perfurada, que leva ao andar mais alto (veja planta). Em comum, todas têm estrutura vazada para deixar a claridade entrar.

Pisos

Eleito para a sala e a varanda do último andar, o cimento queimado (Ladrilar) lança mão de juntas a cada 1 m a fim de evitar trincas e rachaduras. Nos quartos, o chão se cobre de pintura epóxi, e parte do mezanino também reutiliza o assoalho dos antigos dormitórios.

Acabamentos

Na cozinha e no banheiro, as paredes exibem ladrilhos hidráulicos de 20 x 20 cm (Ladrilar). Do lado de fora, os tijolos, depois de descascados, receberam uma camada de impermeabilizante (Acqüella, da Vedacit). Dentro, ganharam acabamento com nata de cimento branco.

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Matéria publicada pela revista Arquitetura e Construção em Junho de 2014.