A BELEZA ESTÁ NOS DETALHES

Especialista em garimpar objetos pelo mundo, a estilista carioca Gloria Marques transformou este acervo no destaque de seu apartamento.

O aparador, na fronteira com da sala com a varanda, une cavaletes laranja (Tok & Stok) a tampo comprado pronto (Poeira).

O aparador, na fronteira com da sala com a varanda, une cavaletes laranja (Tok & Stok) a tampo comprado pronto (Poeira).

A moradora a estilista Gloria Marques encontrou a manta listrada do sofá em Paris. “Prefiro os móveis soltos, que facilitam mexer na decoração. Eles acomodam meu acervo de lembranças”, conta Gloria Marques.

A moradora a estilista Gloria Marques encontrou a manta listrada do sofá em Paris. “Prefiro os móveis soltos, que facilitam mexer na decoração. Eles acomodam meu acervo de lembranças”, conta Gloria Marques.

A estilista Gloria Marques pintou de azul os pés do banquinho de madeira. “Adoro inventar. Mas, olha, deu trabalho...”, diz.

A estilista Gloria Marques pintou de azul os pés do banquinho de madeira. “Adoro inventar. Mas, olha, deu trabalho…”, diz.

Neste sofá, as almofadas de tecidos africanos são da Sardina.

Neste sofá, as almofadas de tecidos africanos são da Sardina.

De uma viagem a Paris veio a dupla de vasos amarelos.

De uma viagem a Paris veio a dupla de vasos amarelos.

Apaixonada por letras, Gloria as agrupou nesta composição de parede.

Apaixonada por letras, Gloria as agrupou nesta composição de parede.

Móbile de mesa da loja do Museu de Arte Moderna de Estocolmo.

Móbile de mesa da loja do Museu de Arte Moderna de Estocolmo.

O arranjo de gloriosa enche de vida o vaso branco, há tempos na família.

O arranjo de gloriosa enche de vida o vaso branco, há tempos na família.

“Gosto de criar composições de objetos, especialmente se eles tiverem texturas artesanais e muita cor”, conta Gloria Marques. A parede da varanda exibe, em vez de quadros, cestos africanos. Sobre o aparador de madeira rústica, os castiçais cerâmicos em forma de baleia são do LZ Studio.

“Gosto de criar composições de objetos, especialmente se eles tiverem texturas artesanais e muita cor”, conta Gloria Marques. A parede da varanda exibe, em vez de quadros, cestos africanos. Sobre o aparador de madeira rústica, os castiçais cerâmicos em forma de baleia são do LZ Studio.

Na mesa de jantar, assinada por Warren Platner (1919-2006), os vasos de vidro (LZ Studio) espalham seu colorido. Cadeiras da Tok & Stok e tela apoiada no piso de Gláucia Leme.

Na mesa de jantar, assinada por Warren Platner (1919-2006), os vasos de vidro (LZ Studio) espalham seu colorido. Cadeiras da Tok & Stok e tela apoiada no piso de Gláucia Leme.

Antes na varanda, as poltronas de madeira vieram da extinta Jacaré do Brasil.

Antes na varanda, as poltronas de madeira vieram da extinta Jacaré do Brasil.

A porta da cozinha recebeu tom “verde-cheguei”, como Gloria defne. “Um exemplo de detalhe que faz a diferença.”

A porta da cozinha recebeu tom “verde-cheguei”, como Gloria defne. “Um exemplo de detalhe que faz a diferença.”

Voltado para a paisagem, o sofá (LZ Studio) veste estampa africana.

Voltado para a paisagem, o sofá (LZ Studio) veste estampa africana.

A moradora, na banqueta da H. Stern Home.

A moradora, na banqueta da H. Stern Home.

Na mesma loja foi encontrada a cadeira com entalhes de madrepérola.

Na mesma loja foi encontrada a cadeira com entalhes de madrepérola.

Os vasos de vidro são achados de Paris.

Os vasos de vidro são achados de Paris.

A estilista Gloria Marques abriu a porta do apartamento com uma cara satisfeita embora um pouco cansada. Sorridente, contou que o dia começara cedo, com a ida até a feira do Cadeg, na Zona Norte da capital fluminense, para comprar flores. Depois, preparara os arranjos, que distribuíra pelo aparador e pelas mesas da sala. Ainda tivera tempo para montar, na parede, uma composição com os cestos africanos, recém-trazidos da Espanha, e de correr a uma loja vizinha em busca da banqueta que faltava no terraço. Só aí experimentaria a sensação de dever cumprido. “Desde ontem, estou arrumando os ambientes para as fotos e resolvi testar novas configurações”, conta. “Coloquei o sofá estampado na varanda e levei as poltronas de madeira para dentro. Nelas, arrumei as almofadas que trouxe de uma viagem e que ainda estavam guardadas. Achei ótimo o exercício de repensar cada cantinho”, diz. Gloria é assim: adora mudar tudo de lugar em seu apartamento de três quartos em Ipanema, na beira da lagoa Rodrigo de Freitas. Ex-estilista da Richard’s, empresa para a qual desenvolvia a linha feminina, agora é dona da própria grife, a Sardina, que une moda a decoração – os dois universos nos quais transita com total desenvoltura. “Já viajei muito pesquisando tendências, e foi dessa forma que treinei meu olhar para os detalhes. São eles que fazem a diferença, seja numa roupa, seja no décor.”

Matéria publicada na revista Casa Claudia de Outubro de 2014

INSTABILIDADE PROPOSITAL

Cadeira usa conceito de “desconforto-suportável”

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A proposta inovadora é de um “desconforto-suportável” para promover a mobilidade, o bem-estar e evitar, tanto quanto possível, as posturas fixas. É com esta premissa que os irmãos Achille Castiglioni e Pier Giacomo criaram a cadeira Sella, assim como conceberam um de seus ícones em 1957 – o banco Sella, que confirmou, na época, o talento dos designers em dar formas originais aos objetos do cotidiano com elegância, mas que, ao mesmo tempo, foi considerado um design radical para aqueles tempos.

Embora o conforto seja uma necessidade de todos os lares, nem sempre o conceito do que é confortável é claro. Distinções são necesárias entre os significados de conforto e ergonomia. “Nós tendemos a associar conforto e ergonomia, mas são duas coisas diferentes. Conforto faz parte da ergonomia, assim como o desconforto é parte dela. Se o conforto pode ser relacionado com a ergonomia estática, o desconforto também pode ser conectado com a ideia de uma ergonomia dinâmica”, explica Castiglioni. Para ele, o incômodo pode ser capaz de colocar o corpo em movimento e, portanto, fora de suas posturas fixas crônicas. “Decidi trabalhar com diferentes situações típicas vivenciadas em casa, nas quais seria interessante inserir a atividade física. O objetivo do projeto, além da ideia de promover a mobilidade, é aumentar a consciência das pessoas sobre seus corpos”, diz Castiglioni.

Instabilidade proposital (Foto: Divulgação)

E foi com o “desconforto” em mente que surgiu a cadeira Sella. Ela propõe uma outra maneira de se sentar. A sua estrutura construída em apenas dois pés permite estimular diferentes partes do corpo através de uma situação passiva. “Ela tenta modificar nossos hábitos e nosso modo de vida. Tento projetar objetos visualmente impactantes, e nos parece impossível conceber que a cadeira com apenas dois pés seja estável. Esta percepção é o objetivo do meu processo de design, que é modificar essa visão do arquétipo.”

A peça é feita de madeira, e a concepção do produto foi em parceria com ergonomistas e fisioterapeutas. Ela foi fabricada em colaboração com marceneiros artesãos da École Boulle, em Paris. E o fato de que o assento é instável não é um erro, mas uma concepção para torná-lo um móvel usado apenas temporariamente. “Com esse tipo de conceito a casa não é mais um lugar apenas para descansar, mas também um parque infantil. Hoje, o designer deve conceber produtos caseiros que possam estimular o corpo através da criação de novos usos e maneiras de viver com seus objetos”, completa o autor.

Instabilidade proposital (Foto: Divulgação)

Instabilidade proposital (Foto: Divulgação)
Instabilidade proposital (Foto: Divulgação)
Instabilidade proposital (Foto: Divulgação)

Instabilidade proposital (Foto: Divulgação)
Instabilidade proposital (Foto: Divulgação)
Matéria publicada no site Casa Vogue em 12 de Dezembro de 2014

OBJETOS PRÁTICOS PARA O ALMOÇO AO AR LIVRE

Se não pode vencer o calor, junte-se a ele. Aproveite estas dicas de produtos e reúna a família e os amigos no jardim.

Leve a cadeira debaixo do braço 

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O modelo Camila (49 x 44 x 77 cm*), de madeira maciça, é ideal para quem tem pouco espaço e não abre mão de receber a turma em casa. Fechada, a peça do designer Aristeu Pires mede somente 5 cm de espessura, o que permite recolhê-la quando não houver convidados.

Mesa a postos em dois tempos

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Você só precisa de alguns segundos para montar o móvel dobrável de teca (1,80 m x 90 cm x 75 cm*) da Teakstore, ótima opção para servir o café no quintal ou o jantar na varanda. Fácil de guardar, a mesa pode, ainda, fazer as vezes de aparador – basta erguer apenas uma aba do tampo. 

Matéria publicada no site Casa Claudia em Dezembro de 2014

COR E SOBRIEDADE NO APARADOS JOVIAL

Contrastes e equilíbrio valorizam o móvel

Apesar das linhas retas, o aparador Pandora não se limita à funcionalidade. A peça, fabricada pela portuguesa Wewood, joga com cores, texturas e dinamismo.

Admirador do design industrial nórdico, Pedro Sousa projetou o móvel em carvalho maciço, madeira que transmite sobriedade por si só. O projeto ganha ainda mais discrição graças aos puxadores embutidos e quase invisíveis a um primeiro olhar. Sem contar a forma retangular com dimensões harmônicas: 133 x 92 x 44 cm.

Sousa, no entanto, não para por aí. Algumas superfícies ganharam revestimento de MDF laqueado, o que acrescenta brilho e cores vibrantes ao design. Os tons do aglutinado podem ser escolhidos pelo cliente. Outro detalhe dá ludicidade ao móvel: uma caixa lateral giratória. A peça de madeira serve para guardar livros e objetos decorativos altos. O item traz movimento – e bossa – ao aparador, que não precisou se levar tão a sério.

Aparador Pandora (Foto: Divulgação)

Aparador Pandora (Foto: Divulgação)

Aparador Pandora (Foto: Divulgação)
Aparador Pandora (Foto: Divulgação)
Aparador Pandora (Foto: Divulgação)
Aparador Pandora (Foto: Divulgação)

Matéria publicado no site Casa Vogue em 10 de Dezembro de 2014

DURATEX FAZ PARCERIA EM FLORESTAS PARA ABASTECER FUTURA FÁBRICA

A Duratex fechou parceria para a criação de base florestal de eucalipto em Alagoas, mirando o abastecimento de sua futura fábrica de painéis MDF a ser instalada na região. A Duratex Florestal, subsidiária da Duratex, e a Usina Caeté, do ramo sucroenergético, vão investir, em conjunto, R$ 72 milhões até o fim de 2020 na joint venture Caetex Florestal.

“A Duratex mantém o olhar de longo prazo”, afirma o presidente da companhia, Antonio Joaquim de Oliveira, ao ser questionado sobre a razão de apostar na expansão de painéis de madeira num momento em que esse mercado não justificaria novos investimentos. “A nova fábrica poderia ser estabelecida a partir de 2018 ou 2019″, conta. Será a primeira unidade de produção de painéis de madeira no Nordeste.

Se a fábrica não for implantada por alguma razão ou tiver as operações postergadas, a Caetex poderá vender madeira para projetos de energia do Nordeste, além de exportar a matéria-prima para a Europa.

O Nordeste é a região do país em que as vendas de painéis de madeira têm apresentado as maiores taxas de crescimento. “O volume de MDF consumido hoje no Nordeste já é do tamanho de uma fábrica”, diz Oliveira. Segundo ele, a Duratex está conversando com clientes fabricantes de móveis que já fornecem para a região sobre a possibilidade de instalação de um polo moveleiro nas proximidades da futura fábrica.

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Matéria publicada no jornal Valor Econômico em 05 de Dezembro de 2014 por Chiara Quintão

DESIGN DEMOCRÁTICO: JANINGE, A NOVA COLEÇÃO DA IKEA

A ideia fundadora da nova coleção de cadeiras da Ikea, chamada Janingeé a democratização do Design (saiba o que isso significa aqui)  para criar um produto duradouro que satisfaça os desejos seja dos espaços públicos que domésticos.

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Com este produto, criado pelo studio de design Form Us With Love, o colosso de mobiliário quer desafiar o domínio das cadeiras brancas de plástico nos bares, restaurantes, jardins e cinema ao aberto de todo o mundo. Por enquanto ela é só vendida nas Ikeas europeias, mas em fevereiro de 2015 estará em todo o mundo. Preparem-se!

Veja na galeria abaixo mais detalhes da cadeira Janinge:

Matéria publicada no Blog da Fah Maioli em 25 de Novembro de 2014

 

MÓVEIS QUE SÃO COMPANHEIROS DE VIDA

Henge chega ao Brasil com design atemporal

Henge (Foto: divulgação)

Ambiente formado pelos móveis da Henge

Quando a italiana Henge nasceu, em 2007, tinha como objetivo explorar a maior quantidade possível de materiais naturais e de técnicas tradicionais para produzir móveis livres de tendências e de formas preconcebidas. Quase dez anos depois, a ideologia da marca continua a mesma, mas a expertise e a versatilidade criativa só cresceram. Tanto que as cadeiras, poltronas, sofás, mesas, luminárias e estantes se espalharam pelo mundo – incluindo o Brasil, onde acabam de desembarcar na loja paulistana Orbi.

Apesar do resgate das técnicas manuais – incluindo algumas que haviam sido esquecidas com o tempo –, o design da Henge é supercontemporâneo. As formas limpas criadas por Massimo Castagna, designer e diretor criativo da marca, combinam referências ao mundo da arte e formas geométricas com o detalhismo da produção artesanal. Assim, cada material pode mostrar o que tem de melhor – seja o latão queimado sem adição de químicos ou madeira finalizada com óleos e ceras clássicas. “Tudo é feito para ressaltar a singularidade da matéria-prima”, conta Patrizio Baldi Papini, CEO da marca. O toque hi-tech fica por conta da sustentabilidade. Pensando no planeta, luminárias recebem lâmpadas de LED.

Novos metais, madeiras e pedras se integram ao catálogo da marca, aumentando as possibilidades de criação italian made. Alguns são especiais e raros, como o carvalho do pântano, uma madeira fóssil com sofisticada coloração cinza, e a pedra Capuccino, com veios em tons de branco, marrom e cinza que formam arabescos. Para deixar as peças ainda mais especiais, a marca permite que os clientes as customizem, escolhendo os materiais que mais os agradam e auxiliando no nascimento de itens verdadeiramente únicos.

A mobília traz características que são ao mesmo tempo funcionais e cheias de personalidade. Mesmo com linhas simples, as formas são pensadas para não passarem despercebidas. E graças à qualidade de ponta, tais móveis são feitos para acompanhar o dono por uma vida inteira. “O que vive com a gente é muito mais que uma peça de mobília. É companheiro de viagem”, define poeticamente Massimo Castagna.

Henge (Foto: Divulgação)

Henge (Foto: divulgação)

Henge (Foto: divulgação)

Henge (Foto: divulgação)

Henge (Foto: divulgação)

Henge (Foto: divulgação)
Henge (Foto: divulgação)

Henge (Foto: divulgação)

Henge (Foto: divulgação)
Henge (Foto: divulgação)

Henge (Foto: divulgação)

Henge (Foto: divulgação)

Matéria publicada no site Casa Vogue em 02 de Dezembro de 2014

TENDÊNCIA PROJETUAL: PEQUNOS ESPAÇOS & NOMADISMO

Como já lemos aqui, sabemos que o futuro nos obrigará cada vez mais a viver uma vida “móvel”, a adaptar-nos a mil condições de vida diversas, a estarmos prontos a empacotar as nossas coisas com pressa para partir para uma nova aventura – ou uma nova vida. O mundo do Design já captou este sinal e está cada vez mais propondo soluções sob medida para esta demanda “nômade”, como as players Hermés, Artek, e outras, que vimos aqui.

Adicione isso o tema dos pequenos espaços, como vimos esta semana no blog, reforçada pelo mercado imobiliárioque nos “obriga” a viver em plantas de 25 e 30 m² nos quais parece (as vezes é) impossível viver e mobiliar. O segredo? Alguns estúdios de design estão descobrindo como resolver este problema, e apresento aqui um projeto que torna isso além de possível, bonito. Eles conseguiram fazer entrar em um espaço de apenas 30 metros quadrados uma cozinha, uma cama e um escritório Pois é, vejam sò:

Chamamos estes de “móveis salva espaço”! No caso, a série Kenchikukagu resolveu com grandes caixas de madeira e ou alumínio, que tem ainda por cima um mood vintage. Escondem ao seu interno um mix de funções e são a solução ideal para quem quer ter espaço de trabalho mas não tem um quarto a mais, ou mesmo quem quer receber mais pessoas em casa e não sabe como.

Desenhada pelo Atelier Opa, cada módulo é realizado em madeira na parte externa e plástica e metal na parte interna. O box de “estudo”, escritório, é disponível também nas cores vermelho, preto e cinza. Será que nos habituaremos a este “novo Design”?

Matéria publicada no blog da Fah Maioli em 04 de Dezembro de 2014

MADEIRA TECA DÁ ORIGEM A DECKS, REVESTIMENTOS E MÓVEIS

A experiência de mais de quatro décadas com teca culminou na ideia de uma loja especializada

Apesar de jovem – a Teakstore tem apenas 3 anos –, a história da loja começou em 1968. Foi nesse ano que a família de Karl Veit Moffett (abaixo), recém-chegada da Alemanha, iniciou o cultivo experimental de uma foresta de teca, com sementes trazidas do atual Mianmar, numa pequena cidade do Mato Grosso. O projeto deu certo, e, hoje, é da Cáceres Florestal que saem toras de 30 anos de idade, matéria-prima dos móveis eobjetos da marca. Tudo certificado pelo Conselho de Manejo Florestal (FSC). “Temos um estúdio que desenvolve os produtos, desde mobiliário para área externa até decks, pisos e bancadas”, diz Karl, que gerencia o negócio. www.teakstore.com.br

Leve e durável, o cerne da teca pode ficar exposto ao sol e à chuva sem proteção. Assim, é indicado para embarcações e áreas externas.

Leve e durável, o cerne da teca pode ficar exposto ao sol e à chuva sem proteção. Assim, é indicado para embarcações e áreas externas.

Ao contrário do cerne, trecho mais escuro, o alburno, parte mais clara da tora, não resiste a fungos e cupins. por isso, placas que misturam os dois têm uso restrito a painéis, pisos e móveis internos.

Ao contrário do cerne, trecho mais escuro, o alburno, parte mais clara da tora, não resiste a fungos e cupins. por isso, placas que misturam os dois têm uso restrito a painéis, pisos e móveis internos.

O painel é produzido com sarrafos. Mede 0,60 x 2,25 m (16 mm de espessura), custa R$ 141 e compõe tampos e revestimentos.

O painel é produzido com sarrafos. Mede 0,60 x 2,25 m (16 mm de espessura), custa R$ 141 e compõe tampos e revestimentos.

Toda a teca proveniente da cáceres florestal utilizada na fabricação dos itens da Teakstore estampa o selo FSC, garantia de que provém de manejo sustentável.

Toda a teca proveniente da cáceres florestal utilizada na fabricação dos itens da Teakstore estampa o selo FSC, garantia de que provém de manejo sustentável.

Toda a teca proveniente da cáceres florestal utilizada na fabricação dos itens da Teakstore estampa o selo FSC, garantia de que provém de manejo sustentável.

Toda a teca proveniente da cáceres florestal utilizada na fabricação dos itens da Teakstore estampa o selo FSC, garantia de que provém de manejo sustentável.

Matéria publicada na revista Arquitetura & Construção em Setembro de 2014 por Reportagem visual Carolina Diniz | Texto Tatiana Domiciano | Fotos Luis Gomes

FOCO NO ESCRITÓRIO

A Vitra, empresa suíça referência mundial em design de mobiliário e com showroom recém-inaugurado em São Paulo, apresenta as Workbays: células de feltro em que indivíduos ou grupos podem criar espaços reservados dentro do próprio local de trabalho para desenvolver atividades específicas ou focadas. De fácil instalação, integram-se facilmente a qualquer ambiente, poispodem ser ajustadas, expandidas ou combinadas conforme a necessidade.

Elas são equipadas com as funções necessárias para a realização de atividades, como bancos e superfícies de trabalho. Unidades de arquivamento e iluminação são elementos opcionais, assim como a alimentação elétrica e de dados. Cabines telefônicas, cantos de leitura, salas de videoconferênia, de reunião, entre outros, podem ser adaptados às Workbays.

vitra

Matéria publicada na revista ABC Design em Jul/Ago/Set de 2014