MASISA É CONECTAR A CADEIA PRODUTIVA

Plano de ação da Masisa envolve vários públicos que se relacionam com a empresa e tem foco na capacitação de profissionais e no crescimento do setor moveleiro

EM MEADOS DE 2013, A SUBSIDIÁRIA BRASILEIRA da chilena Masisa, uma das líderes em produção e comercialização de painéis de madeira na América Latina, resolveu olhar para sua cadeia de relacionamentos e identificar os gargalos da empresa e do setor. A análise trouxe à tona problemas conhecidos do segmento moveleiro, mas revelou também algumas questões que nunca haviam sido trabalhadas em profundidade pelo setor. A avaliação deu origem a um projeto que culminou na criação de seis frentes de trabalho – uma para cada público, como funcionários, clientes e fornecedores – e recebeu o nome de Cadeia da Prosperidade. “O objetivo é conectar toda a cadeia e fazê-la andar na mesma direção e velocidade para que todos cresçam de forma sustentável” , afirma Marise Barroso, presidente da Masisa na Brasil.

Uma ação que ilustra bem esse conceito é a parceria que a empresa firmou com o Senai do Rio Grande do Sul, do Paraná e de São Paulo para a criação e a ampliação de cursos gratuitos para marceneiros. Cerca de 1 500 pessoas foram capacitadas em 2013 e outras 2 000 serão formadas neste ano. A meta é atingir um total de 6 000 novos profissionais até 2015. “A falta de mão de obra qualificada é um dos principais gargalos do setor. Muito tempo atrás, a indústria automobilística fez a mesma coisa  com os mecânicos e hoje não tem mais esse problema” , diz Marise. Os cursos também dão noções de finanças e gestão de negócios. Com isso, ajudam os formandos que queiram abrir a própria marcenaria. “Criamos uma rede que beneficia vários agentes da cadeia, especialmente os fabricantes de móveis e as pessoas que buscam novas perspectivas profissionais” , afirma Marise. Em 2014, a novidade foi a criação de um curso de marcenaria exclusivo para mulheres, com material didático específico e novas disciplinas, como cidadania e autoestima. O próximo passo é ambicioso. Executivos da matriz, no Chile, estão trabalhando na criação de uma metodologia para calcular os impactos socioambientais da empresa. “Queremos saber qual é o custo dos impactos de nossas ações” , diz Marise.

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Matéria publicada na revista Exame em Novembro de 2014

VISITA À MARCENARIA!!!

Acontece agora uma ação em parceria com o Núcleo Moveleiro Paulista e a ABD, à visita de profissionais na marcenaria Saint Claire.

Confira algumas fotos.

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Os profissionais conhecendo a Marcenaria Saint Claire, guiados pelo empresário Jeferson Baptista.

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O centro de usinagem, onde melhoramos a qualidade dos produtos.

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Painel em MDF para um templo árabe produzido no centro de usinagem.

 

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BLUEMAX MINI É OPÇÃO SEGURA PARA MARCENARIAS

Recomendada para pequenas fabricantes de móveis, a furadeira de bancada da Hettich tem dimensões compactas

Com apenas 80 cm de largura e pouco mais de 50 cm de altura e de profundidade, a furadeira de bancada BlueMax Mini (BMM) é uma sugestão da Hettich, empresa que faz parte do Grupo Bigfer, para as marcenarias que desejam utilizar o Sistema 32 de montagem.

Segundo a analista de marketing da Bigfer, Sabrina Soares, podem ser trabalhados no Sistema 32 (ver box), quase todos os tipos de ferragens e acessórios para móveis, tais como: dispositivos de montagens, calços para dobradiças, corrediças e sistemas de gavetas, suspensores para portas, suportes para tubos cabideiros de armários, fechos magnéticos, suportes de prateleiras, dispositivos de suspensão de armários, fechaduras com linguetas etc.

BlueMax Mini é uma furadeira de bancada compacta

BlueMax Mini é uma furadeira de bancada compacta

Ainda de acordo com Sabrina, a BMM possui diversos dispositivos de segurança, como a chave de acionamento, que possui uma tecla móvel para evitar o acionamento involuntário, um dispositivo interno na chave de acionamento impede que a máquina volte a funcionar sozinha após uma queda de energia e uma capa protetora que evita a entrada da mão durante a operação e que fragmentos sejam lançados contra o usuário.

“É uma furadeira leve, prática e de alta qualidade que oferece precisão na furação ao marceneiro”, afirma. Sabrina também enumera outras vantagens: “Atender mais pedidos com muito mais tempo, ganhar tempo na marcenaria e na casa do cliente, economizar no transporte, montar e desmontar quantas vezes quiser sem estragar as chapas, alinhamento perfeito, melhor acabamento, parafusos não ficam aparentes e não precisa fazer furação de topo”.

Sistema 32

Para trabalhar com esse sistema, devem ser observados alguns princípios:

– diâmetro do furo de 5 mm;
– distância de 37 mm do centro da linha de furos em relação ao topo frontal;
– distância múltipla de 32 entre as linhas de furos e entre os furos.

DIVULGAÇÃO BIGFER

sistema32 150x150 BlueMax Mini é opção segura para marcenarias

 

 

 

 

Sistema 32

Matéria publicada no Portal  eMobile em 16 de Setembro de 2014

 

CASA DE 22 M² PARA VIDA MAIS SIMPLES

Designer constrói lar de madeira sobre rodas

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Simplificar a vida. E resolveu testar a ideia. Construiu com as próprias mãos uma morada de 22 m² sobre rodas e se mudou para lá com a namorada, a professora de ioga Anjali Krystofiak e o cão, uma shiba inu chamada Anya.

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A casa de madeira ficou pronta em seis meses. Sem formação em construção civil, o rapaz baseou-se no que pôde aprender com conhecidos, em livros e na internet. O resultado foi uma morada com soluções de design que trazem aconchego e, claro, multiplicam o espaço.

A residência tem, por exemplo, pé-direitode 4 m. A altura traz amplitude à sala de estar e criou espaço para um mezanino. Lá fica o quarto, acessado por uma escada de madeira. Uma dezena de janelas de vidro permite ver o exterior constantemente.
A fachada recebeu tábuas de cedro e painéis de metal. Placas de pinus revestem o piso e forro. Já as paredes recebem madeira compensada. Os materiais trazem aconchego e transmitem a sensação de que a casa é maior.

A marcenaria, aliás, é um dos itens-chave do projeto. As paredes estão repletas de nichos, estantes e cabideiros para guardar os objetos. Uma tábua retrátil se abre e vira mesa. Quando fechada, a peça esconde o quadro elétrico da casa. Abaixo do sofá há mais armários, onde o casal guarda papeis e objetos pouco usados.
O designer abriu mão de tanques – prefere usar apenas água da rua. Em lugar da caixa de esgoto, adotou um sistema de compostagem. Dessa maneira, foi possível evitar muitas tubulações.

Viver num espaço tão pequeno tem suas dificuldades. Anjali agenda suas sessões de yogapara os horários nos quais o namorado não está em casa, por exemplo. E a dupla guarda fora de casa alguns pertences, como roupas de outra estação e equipamentos de camping.

Apesar dos contratempos, Lisefski não reclama. A casa, afinal, lhe rendeu uma série de aventuras. O designer abriu um blog e publicou um livro nos quais divide suas experiências de construtor. Em dezembro, atravessou os Estados Unidos com a morada, indo para Sebastopol, no estado da Califórnia. Sua última aventura foi construir um deque, de onde assiste ao pôr do sol.

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Matéria publicada pelo Portal Casa Vogue em 30 de Julho de 2014 , Por Nilbberth Silva

MARCENARIA SOB MEDIDA FAZ MILAGRE EM APARTAMENTO DE APENAS 25 M²

Morando sozinha na capital paulista, a advogada Fernanda Pini optou por alugar este flat com mobiliário prático e charmoso, que tem tudo a ver com seu estilo de vida.

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Quando entrei neste imóvel, me encantei à primeira vista. Embora a área seja pequena, é muito bem aproveitada, garantindo espaço para tudo o que é necessário. E a decoração, clean e jovial, parece ter sido encomendada por mim”, conta Fernanda. O flat foi alugado com a ambientação já pronta, assinada pela arquiteta Andrea Del Monaco, contratada pelo primeiro proprietário para realizar o projeto de interiores. A fim de driblar a metragem escassa e proporcionar a sensação de amplitude, a profissional combinou vários recursos, como o uso predominante de cores claras nos acabamentos e móveis compactos. “A marcenaria, projetada sob medida, é a grande sacada da proposta”, diz Andrea.

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Matéria publicada pelo portal Arquitetura e Construção em 10 de Julho de 2014.

ORGANIZE SEUS SAPATOS: SEIS IDEIAS DE SAPATEIRAS

É muito comum as pessoas terem mais sapatos do que lugar para guardá-los. Estas ideias ajudarão você a criar área extra para armazenar seu salto alto e o tênis preferido.

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Um dos desafios de Débora Durigon neste projeto era desafogar o closet da moradora. Por isso, a arquiteta criou um móvel híbrido, que, além de abrigar calçados, serve de aparador para TV e objetos. Dividida em três partes,a peça (execução da Regiani Móveis) traz prateleiras retráteis – os vãos entre as bandejas variam de tamanho conforme o tipo de sapato. Nas portas, as ripas abertas foram pensadas para ventilar o interior. O móvel tambémtem seu lado sustentável: “Se chegarem novos pares, alguns antigos precisarão ser doados”, brinca Débora.

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Capriche na organização

✓ Quer incrementar o jeito como você guarda os calçados? O arquiteto Marcelo Rosset sugere instalar prateleiras deslizantes num armário existente. “Elas permitem visualizar melhor os modelos”, diz. Consulte o marceneiro para saber se a estrutura do móvel aguenta receber as novas ferragens.

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✓ Home centers são ótimos locais para encontrar organizadores que fazem render o espaço, como prateleiras aramadas, casulos de plástico ou madeira e até uma espécie de bolsa com divisórias para pendurar atrás de portas. A arquiteta Cristina Barbara indica uma caixa de tecido rígido em formato de mala, com divisões internas e tampa de plástico. “Essa peça pode ser colocada, inclusive, sob a cama”, afirma.

✓ Pares de sapato baixo podem ser armazenados no estilo macho e fêmea: com um pé virado sobre o outro (calcanhar sobre ponta), como ensinam as arquitetas Ana Rozenblit e Sabrina Salles. Assim, cabem dois no lugar de um.

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Seus pares sempre limpinhos

✓ Os sapatos levam para casa a sujeira da rua. Não dá, portanto, para colocá-los no armário sem uma boa faxina antes. Além de limpar a sola com pano úmido e desinfetante, o curador da loja Stiledoc, Tadeu Nasser, ensina um truque: “Deixo o calçado arejar fora do móvel por pelo menos 24 horas, tempo necessário para tirar a umidade da palmilha”, afrma. Ele também procura manter a porta da sapateira aberta durante o dia.

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✓ A fim de evitar o surgimento de odores, a arquiteta Érica Salguero dá sua receita: “Passe bicarbonato de sódio ou talco antisséptico no interior do sapato e, depois, retire o excesso com um pano seco. O processo reduz a proliferação das bactérias causadoras de mau cheiro”, conta ela.

✓ Outra ideia que Érica compartilha é instalar nos armários desumidifcadores de ar elétricos, próprios para o interior de móveis. “Esses aparelhos têm ação antimofo, o que contribui para a conservação dos calçados, aumentando sua vida útil”, explica.

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Matéria publicada pela revista Casa Claudia em Julho de 2014.

COMO RECUPERAR PISO DE CUMARU

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Limpo o piso de cumaru com pano umedecido, mas isso não é suficiente. Reapliquei verniz e mesmo assim as tábuas continuam riscadas. Como recuperá-los?

Se os riscos tiverem sido causados por calçados abrasivos ou pela movimentação de móveis, você deverá lixar todo o piso antes de reaplicar o verniz. “A limpeza com pano umedecido deve ser mantida, mas ela, sozinha, não vai fazer as marcas desaparecerem”, afirma o engenheiro Ariel de Andrade, da Associação Nacional dos Produtores de Pisos de Madeira (AnPM), de Piracicaba, SP. A Aplicadora Master, de São Paulo, cobra de R$ 35 a R$ 55 o m2 (conforme o tratamento) para lixar, calafetar (aplicar massa entre as frestas) e envernizar o piso.

 

Matéria publicada na revista Arquitetura e construção em janeiro de 2014

IKEA COMPLETA 70 ANOS COM MUITAS HISTÓRIAS PARA CONTAR

O fundador da Ikea, Ingvar Kamprad, está voltando para casa justamente no ano em que a maior empresa de mobiliário do mundo completa 70 anos. O I e o K no nome da empresa são suas iniciais, o E e A são de Elmtaryd e Agunnaryd, a casa do interior e a vila da sua infância.

Kamprad deixou a Suécia em 1973, com a intenção de proteger a própria companhia do fisco nacional. Agora, com 87 anos, explicou que depois da morte de sua mulher, Margaretha, não existem mais razões para permanecer na Suíça. Volta para casa o homem mais rico da Europa – e o quarto no mundo, com uma fortuna estimada pela Forbes em 51,7 bilhões de dólares -, explicando que, antes do fim do ano, vai fixar residência em Älmhult, na Suécia meridional, onde há 70 anos nasceu a Ikea e os móveis componíveis a bom preço.

Fonte: Radar Mobile

OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS AUMENTA A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA

Já diziam as avós: “ninguém fica rico gastando como rico”. A verdade é que, para uma indústria crescer, ela precisa reduzir gastos e otimizar recursos para poder investir mais e, também, aumentar sua competitividade.

Segundo o diretor industrial da Bartira, Gilberto Anceski, os principais custos estão relacionados a mão de obra e frete, de modo que a empresa busca utilizar a tecnologia para automatizar processos manuais. “A precificação do produto é dada pelo mercado. Com a redução de custos, as empresas aumentam a competitividade”, afirma.

Ele ainda relata que muitos problemas rotineiros podem afetar os custos, especialmente quando não estavam planejados, como desperdícios, perdas, quebra de máquinas e paradas não programadas.

Fonte RadarMobile